Cultura e Arte
  

Esquecimento e?...

agora estou lendo Zero de Ignacio de Loyola Brandão

fala sobre política e é pra retardado, pra gente pirada, e foi censurado na ditadura militar

pra quem se interessar, vale a pena

onde possivelmente encontrar:

www.sebogabriel.com.br

 

Agora, moda

modelagem =, moldes,  tecidos, roupas prontas

 

 

se você tem interesse em alguma coisa desse tipo ou está procurando, ,entre em contato

 

brunavbatista@yahoo.com.br

 

 



Escrito por Bruninha às 18h54
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   DIVIRTAM-SE



27 DE MARÇO

DIA NACIONAL DO CIRCO

O CIRCO SEM LONA

Pode-se dizer que as artes circenses surgiram na China, onde foram descobertas pinturas de quase 5.000 anos, em que aparecem acrobatas, contorcionistas e equilibristas. A acrobacia era uma forma de treinamento para os guerreiros, de quem se exigia agilidade, flexibilidade e força. Com o tempo, a essas qualidades se somou a graça, a beleza e a harmonia.

Em 108 a.C., houve uma grande festa em homenagem a visitantes estrangeiros, que foram brindados com apresentações acrobáticas surpreendentes. A partir daí, o imperador decidiu que todos os anos seriam realizados espetáculos do gênero durante o Festival da Primeira Lua. Até hoje, os aldeãos praticam malabarismo com espigas de milho e brincam de saltar e equilibrar imensos vasos nos pés.

Nas pirâmides do Egito, existem pinturas de malabaristas e paradistas. Nos grandes desfiles militares dos faraós se exibiam animais ferozes das terras conquistadas, caracterizando os primeiros domadores.

Na Índia, os números de contorção e saltos fazem parte dos milenares espetáculos sagrados, junto com danças, música e canto.

Na Grécia, as paradas de mão, o equilíbrio mão a mão, os números de força e o contorcionismo eram modalidades olímpicas. Os sátiros faziam o povo rir, dando continuidade à linhagem dos palhaços...

No ano 70 a.C., em Pompéia, havia um anfiteatro destinado a exibições de habilidades incomuns.

O Circo Máximo de Roma apareceu pouco depois, mas foi destruído em um incêndio. Em 40 a.C., no mesmo local foi construído o Coliseu, onde cabiam 87 mil espectadores. Lá, eram apresentadas excentricidades como homens louros nórdicos, animais exóticos, engolidores de fogo e gladiadores, entre outros. Porém, entre 54 e 68 d.C., as arenas passaram a ser ocupadas por espetáculos sangrentos, com a perseguição aos cristãos, que eram atirados às feras, diminuindo o interesse pelas artes circenses.

Os artistas passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas, feiras e entradas de igrejas. Durante séculos, em feiras populares, barracas exibiram fenômenos, habilidades incomuns, truques mágicos e malabarismo.

No século XVIII, vários grupos de saltimbancos percorriam a Europa, especialmente a Inglaterra, França e Espanha. Eram freqüentes as exibições de destreza a cavalo, combates simulados e provas de equitação.

O CIRCO COMO ELE É

O primeiro circo europeu moderno, o Astley's Amphitheatre, foi inaugurado em Londres por volta de 1770, por Philip Astley, um oficial inglês da Cavalaria Britânica. O circo de Astley tinha um picadeiro com uma espécie de arquibancada perto. Ele construiu um anfiteatro suntuoso e fixo, pois ficaria permanentemente no mesmo lugar. Organizou um espetáculo eqüestre, com rigor e estrutura militares, mas percebeu que, para segurar o público, teria que reunir outras atrações; juntou, então, saltimbancos, equilibristas, saltadores e palhaço. O palhaço do batalhão era um soldado do campo, que acaba sendo o "clown", palavra que, em inglês, origina de caipira. O palhaço não sabia montar, entrava no picadeiro montado ao contrário, caía do cavalo, subia de um lado, caía do outro, passava por baixo do cavalo. Como fazia muito sucesso, começaram a se desenvolver novas situações. Ao longo dos anos, Astley acrescentou saltos acrobáticos, dança com laços e malabarismo.

Este primeiro circo funcionava como um quartel: os uniformes, o rufar dos tambores e as vozes de comando para a execução dos números de risco. O próprio Astley dirigia e apresentava o espetáculo, criando assim, a figura do mestre de cerimônias.

Seu espetáculo foi visto por gente de todo o mundo, pois Londres era uma cidadev muito visitada. E, em 50 anos, houve um rápido desenvolvimento do circo no mundo.

O termo "circus" foi utilizado pela primeira vez em 1782, quando o rival de Astley, Charles Hughes, abriu as portas do Royal Circus. Em princípios do século XIX, havia circos permanentes em algumas das grandes cidades européias. Existiam, além disso, circos ambulantes, que se deslocavam de cidade em cidade, em carretas cobertas.

http://www.velhosamigos.com.br/DatasEspeciais/diacirco.html

O SITE EH PRA VC Q NAO TEM PACIENCIA DE ESPERAR Q EU COLOKE AKI O RESTO>>>>>



Escrito por Bruninha às 11h31
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   Kyoto

Austrália rejeita a idéia de um “filhote de Kyoto”
A reunião q a ONU realiza no Canadá sobre as alterações climáticas não deve resultar em um acordo q seja um “filhote de Kyoto”, e a imposição de novas metas para a redução dos gases do efeito estufa não é a solução.
Segundo Ian Campbell, qualquer cenário para a substituição do Protocolo de Kyoto, que prevê limites à emissão de poluentes até 2012, precisa reconhecer simultaneamente as necessidades de países pobres e ricos.
“O que ocorrer até 2012 é uma questão de vida ou morte para o nosso planeta. Ë improvável que vocês tenham um filhote de Kyoto saindo de Montreal Se formos para lá buscando esse tipo de objetivo, sairemos às lágrimas. Temos de tentar construir um marco, por uma série de passos, que seja abrangente e efetivo.”
A reunião de Montreal, foi o primeiro desses encontros anuais da ONU desde q o Protocolo de Kyoto entrou em vigor. Embora não apoie o Protocolo, Campbrll disse q a Austrália está a caminho de sua meta, q é Ter em 2012 uam emissão de carbono 8% superior à de 1990.
Tal meta leva em conta a alta dependência da Austrália ao carvão, usado para gerar 85% da sua eletricidade.
A Austrália defende novas tecnologias para combater as emissões de gases do efeito estufa, o q é o foco da recém criada Parceria Ásia-Pacífico para o Desenvolvimento Limpo e o Clima. Os participantes desse grupo-Austrália, EUA, Japão, Coréia do Sul, Índia e China – se reuniam pela primeira vez em janeiro em Sidney. Eles dizem q o objetivo é complementar o Protocolo de Kyoto e não substituí-lo.


>>>>>>Jornal Valor Econômico


 
 Quer saber mais sobre o Protocolo de Kyoto???

http://www.mct.gov.br/CLIMA/quioto/protocol.htm



Escrito por Bruninha às 11h17
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Por Rita Soares>>>>>O Liberal

O que aconteceu para o senhor resolver ser o candidato a presidente?

Olha, eu quero ser presidente para servir ao Brasil. O País pode ir muito melhor. Nós podemos avançar na questão ética, na eficiência do governo e, principalmente, no crescimento. Ter mais emprego, mais renda, mais trabalho. Melhorar a vida da população. Pretendo dar um grande destaque à questão da Federação do Brasil, que é muito grande. Somos um País continental e pretendo dar um destaque grande à questão do desenvolvimento regional.

Ok?mas não nos disse como pretende fazer isso...

O presidente Fernando Henrique veio ao Pará, prometeu asfaltar a Transamazônica, até fez uma foto famosa no alto de um trator. O presidente Lula veio várias vezes, prometeu asfaltar a Transamazônica, fazer as eclusas de Tucuruí e essas obras nunca foram concluídas. O senhor acha que terá condições de concluí-las?

Olha, primeiro quero destacar a importância da infra-estrutura para o desenvolvimento da região. Veja o impacto que teve para o desenvolvimento da região a Belém-Brasília, a força que isso teve para desenvolver o Estado. A infra-estrutura é necessária para a geração de emprego, renda, trabalho, para estimular o setor produtivo. O Brasil vem enfrentando, há mais de 15, 20 anos, é questão da qualidade do gasto público. Nós estamos com uma carga tributária de mais de 38% do PIB. A gente trabalha janeiro, fevereiro, março, abril e um pedaço de maio para sustentar o governo. Quase 40% de todas as riquezas que o País produz são apropriadas pelo governo, que ainda gasta mal. Tanto é que não tem dinheiro para investir. É por isso que nenhuma obra anda. O Brasil tem hoje milhares de obras que não saem do papel. São só discurso e acabam ficando muito caras, porque demoram dez, 15 anos para terminar. O grande desafio é fazer o que nós sabemos que é ajuste fiscal. Temos que melhorar a qualidade do gasto público e, com isso, recuperar a capacidade de investimento do governo. Aí os Estados vão poder definir suas prioridades... Se você não deixar para trabalhar no último ano, se investir desde o primeiro ano, em quatro anos dá para fazer muito.

Se levarmos em consideração, ponderar que, devagar ou não, o Governo do Estado está fazendo as obras do Metrô...é como se diz na propaganda: duas obras ao mesmo tempo!!!

Nos últimos anos, o governo federal teve um foco grande na economia com poucos investimentos em infra-estrutura e défcit na área social. Dentro do próprio governo de Fernando Henrique Cardoso havia um embate entre os chamados monetaristas, que defendiam controle mais rígido dos gastos para conter a inflação, e os desenvolvimentistas, que defendiam mais gastos para que o País crescesse. Em qual das categorias o senhor se enquadra?

Eu não gosto muito de rótulos, porque às vezes eles acabam sendo equivocados. Também não vejo como se essas questões fossem excludentes, porque se você tiver um desenvolvimento, chamado vôo de galinha, sem reforma estruturante, ele não vai se sustentar. Com um ano, ou volta a inflação, ou vai parar de crescer. É preciso fazer um conjunto de reformas estruturantes para se ter desenvolvimento sustentável, para o País crescer forte, durante o período mais longo. Eu entendo que é possível ter estabilidade monetária, estabilidade de preços, não deixar voltar a inflação e o País crescer. Se os países emergentes estão crescendo 6% ano, por que o Brasil está condenado a crescer apenas 2%?



Escrito por Bruninha às 12h19
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O Brasil pagou antecipadamente a dívida com o FMI. Se o senhor fosse presidente, optaria por isso também?

Não vejo problema em pagar divida. Agora, evidente que não era prioridade. Pagou-se uma dívida mais barata e ficamos com uma dívida mais cara, porque o problema não é a divida externa, que hoje é muito pequena. O problema é a divida pública interna, que bateu em R$ 1 trilhão, e é referenciada à taxa selic, que é o governo quem fixa. Então o governo dá um tiro no pé. Põe uma taxa de juros lá em cima e aí a sua dívida aumenta enormemente e ele fica amarrado, trava a economia. É preciso enfrentar esse problema com a política fiscal de melhor qualidade para ter uma política monetária compatível com o crescimento. Ou seja, taxa de juros menor, que vai melhorar o câmbio e é importante para as exportações. Estados fortemente exportadores, como é o caso do Pará e de São Paulo, são muito afetados pelo câmbio ruim como está hoje.

Mas e o FMI???

Uma das áreas mais criticadas das últimas administrações federais, incluindo o governo do PSDB, é a social. O senhor tem planos para essa área?

Eu entendo que a melhor forma de fazer inclusão social é dando emprego e educação. Então, é preciso ter crescimento da economia. Se as empresas crescem, temos salário e renda. É a maneira de melhorar a qualidade de vida da população. Outra é a educação. Essa é a grande inclusão social: melhorar a qualidade da escola pública. A rede de proteção social é correta. Aliás, ela começou com o presidente Fernando Henrique. O Brasil não tinha isso. Foi ele quem criou o Bolsa-Escola, o Bolsa-Educação, a Vale- gás...

Não acredito em dar dinheiro à população, entao nada de programas "miseráveis para uma população miserável"!!! Sou a favor de educação e geração de oportunidades.

Tudo no final do mandato, o que deu a impressão de ser apenas resultado de motivações políticas...

Não, não tão no final, e deixou 5,5 milhões de famílias atendidas. Está sendo apoiado, mudou o nome, mas está correndo e são programas necessários, embora insuficientes. O País precisa crescer para ter emprego e renda.

E como você pretende fazer o país crescer??? Falu e falou em crescimento , mas não disse como deveremos fazer pra crescer...

Quais são, na sua opinião, seus pontos fortes para governar o Brasil?

Eu lembraria aqui um conselho que Perón deu a Isabelita: ‘Fale muito das coisas, pouco das pessoas, nada sobre você’. Mas como não quero fugir da sua pergunta, eu diria que tive uma boa escola, que foi o Mário Covas. Fui co-piloto de um bom comandante. Tive aula prática de administração pública forte e 30 anos de experiência, desde prefeito do interior até governador do maior Estado brasileiro. A experiência é importante para a gente errar menos. Para poder acertar mais.

Onde o governo Lula está errando muito e acertando pouco na sua opinião?

Olha, eu não pretendo fazer campanha anti-Lula, anti-PT. Acho que não é o caminho. Pretendo fazer uma campanha pró-Brasil, olhando no futuro, para frente. Defendo uma nova política, mas é evidente que o governo tem uma série de problemas. É frouxo sob o ponto de vista ético. É um governo com baixa eficiência. As coisa não andam, não saem do papel. É muito discurso e pouco resultado, especialmente na questão do crescimento. Acho que o Brasil está perdendo oportunidades e as reformas não andaram. Há um marasmo muito grande e o nosso tempo é o tempo da mudança e da velocidade da mudança. É tudo muito rápido no mundo moderno e se o Brasil não andar depressa, ele vai ficar para traz. O ano passado, fomos o penúltimo na América do Sul e Caribe em crescimento. Só ficamos na frente do Haiti. O Brasil cresceu menos de 2, 5% e a Argentina, 9%. Nós podemos avançar muito mais.

 

 

Por João Sicsú>>>Valor Econômico

A inserção do país na globalização financeira, como queriam o FMI, O Banco Mundial e o Tesouro americano, só trouxe problemas e não benefícios.



Escrito por Bruninha às 12h18
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www.sebogabriel.com.br

precisa de um livro raro????disco????gibi???revistas???liga lá



Escrito por Bruninha às 08h28
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Coca - Cola faz teste e lança água com sabor

Edson Álvares da Costa

A Coca – Cola apresentou ontem, em Ribeirão Preto, a Aquarius, água chamada pela companhia de "saborizada". Transparente, sem gás e zero de caloria, o novo produto será comercializadoem embalagens plásticas de 510ml, nos sabores Lemon e Orange. O público alvo é bastante sofisticado, composto por pessoas das classes A e B, com idade entre 25 e 39 anos.

O preço da Aquarius ainda não foi divulgado, mas por se tratar de um produto premium, custará mais do que as águas convencionais.

Valor Econômico



Escrito por Bruninha às 08h27
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   Assembéia começa a revisar leis

Tá procurando um livro??? Encontre-o aqui:::www.sebogabriel.com.br

A Assembléia Legislativa de São Paulo (Alesp)iniciou a primeira fase de consolidação da legislação paulista, com a aprovação da Emenda Constitucional estadual nun, 14, que adapta a Constituição do Estado de São Paulo às mudanças ocorridas na Constituição Federal desde 1988 – foram 54 emendas nesses 17 anos. A emenda aprovada pela assembléia foi promulgada dia 14/02/2006e será levada à promulgação em breve um projeto que revoga 3.300 leis editadas entre 1891 e 1936, mas que ainda estavam em vigor.

Segundo o presidente da assembléia paulista, o deputado Rodrigo Garcia, o projeto de consolidação da legislação paulista, iniciado no ano passado, deverá terminar sua fase de revogação de leis ainda em julho deste ano, quando terá início a Segunda fase – de transformação da legislação restante em códigos temáticos, abrangendo temas como direito tributário, ambiental, funcionalismo público e direito do consumidor. O segundo lote de revogações já está pronto, incluindo as leis editadas durante o Estado Novo. Serão três mil leis, promulgadas entre 1937 e 1945. O deputado estima que, iniciada a fase de revogações, o número de leis paulistas deverá cair de 25 mil para12 mil. Ele observa que apesar da rapidez da primeira fase, o trabalho tenderá a ficar mais difícil quando se chegar à legislação mais recente – das leis editadas até 1936, ele diz que foram quase todas revogadas.

A revisão da legislação paulista está sendo realizada em associação com o Ministério Público, Executivo e Judiciário e com apoio de faculdades, por mio da fundação Arcadas, ligada à Faculdade de Direito da USP.

 

Valor Econômico>>>>>13/02/06

 

Promulgar: do Lat. promulgare
v. tr.,
tornar oficialmente público;
ordenar a publicação de;
vulgarizar.
 
Revogar: do Lat. revocare
v. tr.,
anular;
tornar sem efeito;
invalidar;
derrogar




Escrito por Bruninha às 09h35
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   Capa de Chuva Azul - Tamanhos 00 00 Pickorrucho´s Brinquedos:Pet Shopbr:Roupas para cães: Invernoessa eh pra chuva de hj...

Escrito por Bruninha às 15h59
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Gisele Bundchen, a arma da Colcci

A estilista Lila Colzani tem uma arma poderosa nas màos: Gisele Bundchen. Além de atrair todas as atençòes em qualquer semana de moda, a top é sinônimo de boas vendas para a grife Colcci. "O que Gisele usa vende muito mais. Temos que pensar bem no que ela vai verstir na passarela ou na campanha, porque temos que produzir mais dessas peças, o retorno é bem maior", diz Lila, coordenadora de estilo da Colcci.

A grife que participou do Fashion Rio, foi fundada em Brusque (SC) em 1986 e hoje pertence à empresa AMC Têxtil, a mesma que comprou a marca Sommer em 2004. Desde dua estréia no evento carioca, a Colcci leva rostos famosos para a passarela com o objetivo de chamar mais atenção da mídia e do público. A socialite Paris Hilton participou do primeiro desfile, enquanto Liz Jagger, filha de mick Jagger, desfilou no segundo, em junho de 2004.

 

Identificação com a top

Gisele segue para sua terceira participação coma Colcci. "Acho que as pessoas se identificam, de alguma forma, com essa personalidade. E Gisele, sem dúvida, tem uma força muito maior (de impacto nas vendas), de imediato, finaliza.



Escrito por Bruninha às 15h55
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Os limites da liberdade de expressão

A tolerância dos agressivamente intolerantes precisa ter os seu seus limites. Quais são os limites adequados da liberdade de manifestação? Qual deve ser o papel da lei na demarcação dos limites sobre a liberdade de expressão? Como devem, viver as pessoas lado a lado com aqueles cujas idéias elas abominam?

A liberdade de expressão é um caminho para a verdade, um baluarte contra a tirania e um sinal do valor que atribuímos à capacidade humana de julgar. De Sócrates em diante, o melhor da moral ocidental da tradição política se baseia no direito das pessoas de questionar, por mais desconfortáveis que isso seja.

No entanto, é preciso haver limites para esse tipo de liberdade. Esses limites estão nas incitações de violência voltada à supressão das opiniões alheias. Não foram as opiniões nazistas as que deveriam Ter sido proscritas na década de 1920 e no começo de 1930 e sim o partido político dedicado a viabilizá-las.

Para entender os disparates aos quais essas restrições podem levar, bastará considerar os recentes desdobramentos no Reino Unido. O governo, para sua vergonha, tem se dedicado a aprovar um projeto de lei que bane a "incitação ao ódio religioso", visando aplacar a opinião pública muçulmana. Recentemente, "sir" Iqbal Sacranie, um dos mais proeminentes muçulmanos do Reino Unido, manifestou na rádio a hostilidade muçulmana ortodoxa à homossexualidade. Em virtude disso, a polícia iniciou uma investigação para apurar o crime de racismo, homofobia. Desta forma, o governo estava determinadoa usar a lei para coibir críticas a uma religião na qual um de seus dogmas pode por si mesmo ser contra a lei.

Se concordarmos que quase todas as manifestações de opinião deveriam ser permitidas, exceto as que representam incitação à violência, o que dizer desas famigeradas caricaturas? Não seriam elas também, ainda que indiretamente, uma incitação à violência?

O Ocidente precisa preparar-se para defender certos princípios básicos: antes de tudo deve reiterar a sua crença na liberdade de expressão como garantia de todas as demais liberdades; segundo, deve proclamar que o último motivo para limitar essa liberdade será o de coibir incitação direta à violência ou a intimidação; e terceiro, deve abandonar a noção estranha, destrutiva até, de que a liberdade de expressão precisa ser legalmente circunscrita pela obrigação de não cometer ofensa.

Os que desfrutam essas liberdades, porém, devem lembrar que o que deve permanecer legal não é o obrigatório. A liberdade é o nosso direito de nascença. O condimento é uma medida da nossa maturidade.

Fragmentos do texto de Martin Wolf

Valor Econômico-----08/02/2006



Escrito por Bruninha às 16h44
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Escrito por Bruninha às 11h51
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   A "desconstrução" do Big Mac na terra do Hambueger

por Eliane Sobral

Acrescentar saladas, sucos naturais, iogurtes com frutas vermelhas e até água de coco no cardápio parece não ser o suficiente para aplacar as críticas ao calórico cardápio da maior rede de fast – food do mundo. Incansável na sua maratona para provar que é possível fazer uma refeição saudável nos 80 mil restaurantes que mantém em 18 países, o McDonald`s adotou a cartilha do renomado chefe catalão Ferran Adriá e está desconstruindo seus pratos.

A casca da maçã, servida em forma de torta na rede de fast – food, é assada e dá suporte a um delicado patê à basse de creme de queijo – o mesmo queijo que recheia quase todos os sanduíches da rede.

 

 

Estão tentando reconquistar as pessoas, agora que muita gente já sabe que essa rede não presta, nem como fast – food nem como empregadora

-mentem sobre a carne bovina

  • exploram os funcionários
  • não trocam o óleo

e enganam a população no dia do mc dia feliz(quase nenhuma renda é revertida, pois somente a renda adquirida na compra de um big mac vai pras crianças com câncer, porém eles não dizem isso em suas mega propagandas com artistas e tudo- dizem apenas compre um big mac, acontece que ninguém entende que é pra comprar apenas o lanche e, NINGUÉM compra somente o lanche)compreendeu????/



Escrito por Bruninha às 11h44
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   A verdadeira fantástica fábrica de chocolates

O mapa dos Estados Unidos está recheado de cidades batizadas a partir de suas empresas locadoras: Alcoa, Kennecott...Nenhuma, talvez, seja tão claramente identificada com a empresa como Hershey, na Pensilvânia, onde se pode cruzar a avenida Chocolate com a Cacau (Cocoa, em inglês) e o ar tem o aroma dos chocolates Kisses.

Construída por Milton S. Hershey, com planejamento utópico, no início do século passado, a cidade apresenta casas com eletricidade e aquecimento central, que albergavam os funcionários da empresa, e uma fábrica de chocolate de última geração. Havia parques de recreação infantil, zoológico, clínica médica. A peça central era uma escola - modelo para órfãos, financiada pela fundação que detinha as ações da empresa.

A humanidade, no entanto, mostra um relacionamento ambivalente com as utopias. Em 1937, os funcionários chegaram à conclusão de que o salário era baixo. Organizaram-se em sindicato, assumiram a fábrica e paralisaram a produção. No quarto dia, milhares de "hersheyenses" juntaram-se aos produtores de leite, que haviam perdido venda, invadiram a fábrica e expulsaram os grevistas.

Em 2002, surgiria outra ameaça. A fundação decidiu vender as ações, atualmente avaliadas em US$10 bilhões, e diversificar sua carteira de investimentos. Quando a idéia de venda veio a público, os habitantes temeram que isso significasse o fechamento da fábrica. Veio a seguir uma disputa politizada, com marchas de protesto e um processo judicial. O conselho de administração voltou atrás.

Os eventos são recontados em "Hershey: Milton S. Hershey’s Extraordinary Life of Wealth, Empire and Utopian Dreams", de Michael D’Antonio. O livro é uma biografia com ricos detalhes do fundador e uma absorvente história da empresa Hershey, suas duas cidades – modelo, filantropia e negócios bem – sucedidos.

Milton Hershey começou no negócio de doces com lojas em Filadélfia e Nova Iorque. Ambas fracassaram. Durante viagem, aprendeu a fazer caramelos. Um importador britânico experimentou e fez uma grande encomenda. No início da década de 1890, Hershey empregava 1400 homens em três fábricas. Estava claro, porém, que o futuro não estava nos caramelos e sim nos chocolates, que detinham grande mercado na Europa.

A britânica Cadbury foi particularmente instrutiva. A empresa não apenas tinha lucrado com a produção em grande escalas de chocolates, como seus proprietários eram a benevolência personificada. Entre outras coisas, a família Cadbury era uma empregadora generosa, que construiu uma cidade – modelo, Bournville.

Não é difícil ver a cidade de Hershey como uma versão Bournville, pois a imitação era essencial nos métodos da Hershey. Ele aperfeiçoou seus produtos, atraindo profissionais capacitados de outros produtores e até enviou espiões às fábricas rivais. Ainda assim, Hershey era um inovaor, diz D’Antonio. Após meses de experimentos, ele descobriu um método de fazer um chocolate ao leite que podia ser armazenado por meses.

Na década de 20, entretanto, novos rivais, como a Mars Inc., arrebataram 75% do mercado de doces. Ainda assim, a Hershey continuou tão rentável que parecia desafiar a Depressão, dando empregos a centenas, com ambiciosos projetos de construção nas cidades em que operava.

Depois da morte de Milton Hershey, em 1945, a cidade perdeu um pouco o status de novidade. Nos anos 60, a fundação usou parte de seus recursos para construir uma escola médica e um grande centro hospitalar. Mesmo com vários novos moradores chegando à cidade, a população continua com o sentimento de que os velhos tempos foram melhores.

>>>>>Valor Econômico-02/02/2006>>>>

desconheço a autoria

 

 

Quem ainda não assistiu ao Filme de Tim Burtun, acho q é assim q se escreve, assista pois é muito bom

A versão antiga eu não vi, mas assim que ver, eu comento

bjooo



Escrito por Bruninha às 16h42
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   Quer ir pa França???/

Nova lei para imigrantes

O governo francês aprovou ontem um projeto de lei sobre imigração, proposto pelo ministro do Interior, Nicolas Sarcozy. Entre outras coisas, o documento prevê permitir a imigração segunndo a capacidade dos estrangeiros que cheguem à França. A medida foi qualificada de "racista" por várias organizações sociais.

O plano estipula a criação de um visto de permanência de três anos renovável, destinado aos estrangeiros "altamente qualificados", ou seja, pesquisadores, engenheiros ou artistas, que possam "contribuir para o desenvolvimento da economia."

Além disso, prevê facilitar a permanência dos melhores "estudantes", que terão um visto especial embora necessitando voltar aos seus países de origem por um tempo para "não privar seus governos de seus habitantes de elite" nem favorecer a "saída de mentes brilhantes."

Gazeta Mercantil (10/02/2006)

 

Mto ridiculo



Escrito por Bruninha às 14h18
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